13/08/2011

Obra de esgotamento sanitário avança no município de Barreiras



A construção de uma estação de tratamento de esgotos para atender 90% da sede municipal de Barreiras foi iniciada recentemente pelo Estado com os trabalhos de terraplanagem. A obra faz parte do projeto de ampliação do sistema de esgotamento sanitário da cidade e representa investimento de R$ 78 milhões, com recursos da Embasa financiados pela Caixa Econômica Federal (CEF). Inicialmente está prevista a implantação de 24 mil ligações intradomiciliares, devendo atender população estimada em 91,2 mil pessoas.
Localizada à margem da BR-135, a estação terá capacidade para processar vazão média de 226 litros por segundo e será constituída de três digestores anaeróbicos de fluxo ascendente (Dafas), três lagoas de tratamento e três leitos de secagem, estruturas responsáveis pela purificação dos esgotos.
Com o término previsto para junho de 2012, o projeto já implantou 39% da rede coletora e 23% dos ramais prediais, o equivalente a 332 quilômetros de tubulação. No momento, as frentes de trabalho para o assentamento de tubulação estão atuando nos bairros Aratu, Cascalheiras, Jardim Ouro Branco, Morada da Lua, Sandra Regina e Santa Luzia.
A construção de nove estações elevatórias e a recuperação de mais duas estão em andamento para garantir o bombeamento dos esgotos até a estação de tratamento. Iniciada em abril do ano passado, a obra já passou por 16 bairros. Em visita técnica para avaliar o andamento das intervenções, o engenheiro de obras da Superintendência Norte da Embasa, Christiano Bressy, disse que o cronograma está sendo executado como previsto inicialmente.

Mobilização Social
O consórcio responsável pela expansão do sistema também desenvolve trabalho social nos bairros por onde passam as intervenções, realizando visitas domiciliares de orientação e cadastramento, reuniões comunitárias e cursos sobre saneamento junto a agentes de saúde e professores da rede pública e privada de ensino.
A equipe social esclarece ainda sobre a dimensão da rede coletora, por onde deve passar apenas água servida (e não água da chuva). A população é informada em relação à tarifa de esgoto, que corresponde a 80% da cobrança da água e é destinada ao pagamento dos custos envolvidos na coleta, tratamento e destinação adequada dos esgotos domésticos

fonte:noticiasdabahia.com.br

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